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O Sábado é Para Todos!

02-09-2012 23:20

Na Bíblia, se procurarmos a primeira referência ao sábado, teremos que voltar na Bíblia a Gên. 2:2,3 onde lemos que Deus utilizou três coisas para criar o sábado. 

O que é que Deus fez em primeiro lugar? Ele descansou no sétimo dia da semana da Criação. E o que Ele fez a seguir? Ele abençoou o sétimo dia. E então o que fez? Ele santificou o sétimo dia. Três coisas separadas. E talvez a mais importante foi a primeira: Ele descansou, porque Ele conectou o Seu descanso ao dia de sábado. Então este descanso de Deus torna-se um motivo de luz através de toda a história da redenção. No livro de Hebreus no cap. 4 insiste com cada cristão para que entre no descanso de Deus, e declara que ainda resta um descanso de Deus que nos aguarda no Paraíso futuro. Portanto o descanso de Deus interliga toda a história. Não é cessado por causa dos pecados humanos. O descanso de Deus acrescenta um significado redentor ao sábado. Assim o sábado é provavelmente a mais importante bênção dada por Deus à humanidade. 
 
O sábado é retratado no Gênesis como uma parte integrante da semana da Criação original. É também apresentado como uma ordenança dada na Criação.  Por isso jamais poderá ser ab-rogado pela igreja ou por decretos humanos, porque é parte da Criação original. O sábado não é uma instituição judaica no tempo de Moisés. A origem do sábado é de importância crucial. 
 
O sábado é uma ordenança judaica ou vem da Criação? Agora podemos compreender porque a maioria dos cristãos gosta de denominar o sábado como sendo uma instituição judaica. E o que eles fazem com o Gênesis? Eles creem que Gênesis 1 e 2 foi resultado do pensamento teológico dos judeus durante o exílio babilônico, que projetaram os escritos mosaicos para atrás, à Criação – uma imaginação criativa judaica. E portanto isto mina e destrói a inspiração divina de Gênesis 1 e 2. 
Por isso é que é importante saber o que Jesus cria, porque cristãos “nominais” aceitam a autoridade de Jesus. Será que Jesus fala a respeito de Gênesis 1 e 2? Sim,
 
Ele falou a respeito do sábado e também do casamento, e em ambas as ocasiões declarou que temos que reconhecer como isto era no princípio. 
Lemos isto em Mateus 19, Marcos 2:28. Jesus disse: “O sábado foi feito por causa” de quê? “do homem”. Ele disse: “O sábado foi feito por causa dos judeus”? Ou disse: “foi feito por causa do homem”? Portanto, Ele disse que o sábado foi estabelecido para benefício da humanidade. 
Adão era judeu? Claro que não! Ele foi o protótipo original de toda a humanidade. Assim como não podemos declarar que Adão era judeu, não podemos declarar que o sábado é para os judeus. 
 
Então, em primeiro lugar, por que então Deus criou o sábado para a humanidade? 
Por que é que Deus descansou? Deus cansado? Não! O Deus Todo-poderoso jamais Se cansa. Mas então por que é que Deus descansou? 
 
Em Êxodo cap. 31 a Bíblia usa uma expressão de que Deus Se restaurou, a palavra refrescou é usada no original. Ele havia concluído a obra da Criação em seis dias.
 
E agora Ele próprio está observando tudo o que havia criado. Ele faz uma avaliação de toda a Sua obra, e então Ele pronuncia Sua declaração de satisfação. E o que Ele disse? “Eis que tudo era muito bom.” É a avaliação de Deus sobre Sua própria obra, em especial a criação do homem. Mas por esta hora Ele não tinha ainda feito a mulher. 
 
Quando o homem se rebela contra o seu Criador, ele também começa a perder o sábado e então ele começa a buscar substitutos para essa perda, e isso é o início da idolatria. Sem o sábado o homem cai na idolatria. O sábado nos previne da idolatria. Porque se adoramos ao nosso Criador, então sabemos que aquilo que foi criado não é Deus e não deveria ser louvado nem adorado. Então se a humanidade houvesse guardado o sábado em todo o tempo não teria surgido a idolatria. 
 
Mas nos últimos dias como em Israel e com Moisés havia naquele tempo nações que adoravam muitos deuses e eles eram produto de sua própria imaginação, eles começaram a enaltecer os poderes da natureza, a humanidade começou a adorar o sol, a lua e as estrelas. De fato, todas as nações de toda a Terra eram adoradoras do sol, e todas elas também adoravam os poderes da natureza – eles eram chamados baalins, os baalins da terra. Apenas um povo exclusivo não adorava o sol, a luz e a natureza, e esse povo era Israel – eles eram exclusivos e únicos no meio de toda a humanidade, e era separados por Deus. 
Como podiam eles em meio a tanta idolatria ainda permanecer adorando o Criador? Porque Deus havia feito uma aliança especial com Moisés e com o povo de Israel. 
 
E como Cristo Se relacionou com o sábado? Este é um assunto muito importante. Será que Jesus aboliu o sábado? 
Havia e há um famoso teólogo neotestamentário na Suíça, dizendo – seu nome Oscar Cullmann – grandemente respeitado como um erudito em Novo Testamento, até o próprio Papa o respeita; Oscar Cullmann argumentou assim: “Porque Jesus Cristo estava desrespeitando os regulamentos judaicos com relação ao sábado e de acordo com os judeus Jesus quebrava o sábado, devemos concluir que Jesus anulou a lei do sábado.” É uma declaração chocante! 
 
Ora, há mais eruditos bíblicos que exclusivamente Oscar Cullmann. E agora como ele faleceu e outros se levantaram, eles fizeram um julgamento mais apropriado. Em vários livros nós podemos ler isso: Jesus quebrou apenas as regulamentações sabáticas – o halakôt  – dos judeus. Halakôt significa as instruções orais da tradição judaica que podemos encontrar no Mishná. O tratado sobre o sábado proíbe 39 tipos de trabalho no sábado. Você não pode semear nem uma única semente. Você não deve escrever dois sinais. Muitas coisas triviais foram escritas. E Jesus desconsiderou estas coisas. 
 
Mas ao Jesus desconsiderar o halakôt sabático os eruditos agora reconhecem que Ele está fazendo uma distinção tão clara entre os ensinos humanos e o quarto mandamento. 
 
Será que Jesus fez distinção nítida entre os mandamentos de Deus e a tradição judaica? 
Mateus 15, por exemplo,. Ele perguntou aos rabinos: “Por que vocês transgredem os mandamentos de Deus e seguem as próprias tradições?” Jesus fez clara distinção entre os mandamentos de Deus e as tradições desenvolvidas pelos judeus. Portanto quando Jesus rejeitou tradições humanas Ele não rejeitou os mandamentos de Deus. E esta é a opinião de eruditos bíblicos hoje. E isto tem sido um apoio fantástico para a posição adventista. Oscar Cullmann está morto, totalmente morto e agora outros falam mais alto e melhor. 
 
Temos que relembrar que o sábado foi feito por causa do homem. Deus convida os homens a partilhar com Ele o descanso sabático. 
O que é que mudou desde que Cristo veio? 
 
Em Mateus 11:28 ouvimos Jesus dizer: “Vinde a Mim todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos darei descanso para as vossas almas.” Este é o descanso do sábado que Deus prometeu a Adão e Eva no Paraíso, que Ele prometeu a Israel sob a liderança de Moisés. E em todas estas épocas a humanidade não entrou no completo descanso de Deus até que veio Jesus. E Ele declara: Eu vim até vós, e porque  vim do céu, posso novamente oferecer-lhes o descanso de Deus. 
 
O descanso de Cristo é o descanso de Deus. Portanto o descanso do sábado agora é acessível por meio de Jesus Cristo. Não é suficiente apenas guardar o sétimo dia. Agora que o Messias chegou o descanso sabático também é o descanso messiânico. Somente poderemos observar o dia de sábado através de Jesus Cristo. 
Jesus disse: “Lembrai-vos de como foi no princípio.” Ali está o modelo para o casamento e para o sábado. E Deus estabeleceu o sábado antes da Queda. 
 
Agora tenho uma pergunta para vocês. 
Se o sábado foi estabelecido para o homem em sua perfeição, sem pecado, seres pecadores precisam mais ou menos do sábado? É claro que agora o homem é pecador, ele necessita muito mais do sábado. 
 
E o que significa o sábado antes e após a Queda em relação ao caráter de Deus? O Criador concedeu o sábado no princípio para seres sem pecado; após a Queda o mesmo Criador restaura o sábado agora para seres pecadores. O sábado é contínuo. 
 
Mas o sábado não era um sinal da Criação, da perfeita Criação? E agora após o pecado, o que o sábado significa para nós? Que o Criador é fiel às Suas criaturas e promete levar de volta a humanidade ao Paraíso. O fato de que o sábado é restabelecido revela que o Deus Criador está buscando vindicar Sua Criação e restaurá-la à sua beleza original.
 
Referencia: ALIANÇAS DE DEUS NA BÍBLIA - Hans K. LaRondelle
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Coincidências Genéticas e o Mito do Parentesco Evolutivo

02-09-2012 21:27

“Agora vamos fazer os seres humanos, que serão como Nós, que se parecerão conosco. Eles terão poder sobre os peixes, sobre as aves, sobre os animais domésticos e selvagens e sobre os animais que se arrastam pelo chão” (Gênesis 1:26).

 
São frequentes as notícias veiculadas pelos diversos meios de comunicação tratando das semelhanças genéticas entre seres humanos e macacos. À luz do pensamento evolucionista, essas semelhanças genéticas indicam parentesco evolutivo entre ambas as espécies, ou seja, seres humanos e macacos descenderiam de um mesmo ancestral comum. Essa ideia amplamente divulgada depois do lançamento do livro A Origem das Espécies, de Charles Darwin, contrasta com a afirmação bíblica de que os ser humano foi criado originalmente à imagem e semelhança de Deus.
 
O pensamento evolucionista, dentro de certo limite, tem contribuído significativamente com o desenvolvimento de novas tecnologias e processos. A necessidade de desenvolvimento de vacinas, novos antibióticos, a possibilidade de se efetuar o melhoramento genético de uma planta ou um animal são alguns exemplos, os quais, aliás, estão também em acordo com os ensinamentos bíblicos. Mas essas contribuições advêm das afirmações que podem ser testadas em laboratório ou observadas nos diferentes fenômenos que ocorrem na natureza. Quando as afirmações estão situadas no campo das conjecturas, isto é, constituem opiniões fundadas em aparências, em possibilidades, hipóteses ou presunção (segundo os dicionaristas), elas causam grandes prejuízos não só ao desenvolvimento científico, mas à sociedade de forma geral. As argumentações evolucionistas que conflitam com o pensamento criacionista, e consequentemente com a Revelação Bíblica, situam-se no campo das conjecturas. 
 
A ideia de um parentesco evolutivo entre diferentes espécies em função das semelhanças genéticas existentes entre elas é uma dessas afirmações. É importante que se tenha em mente que não se questiona o método analítico empregado, ou os valores numéricos obtidos. Questiona-se, na verdade, o real significado desses números e o valor deles para se mensurar a “distancia evolutiva” entre duas espécies. 
 
Uma das noticias veiculadas no dia 26 de janeiro no site da Folha, intitulada “DNA de orangotango tem 97% de coincidência com o humano”, serve de ilustração para o que será discutido neste texto. Na notícia em questão, pode-se ler o seguinte: “Os genomas de humanos e orangotangos se justapõem em 97%, enquanto que o de humanos e chimpanzés, em 99%.” Em seguida, faz-se uma explanação no sentido de convencer o leitor de que esses números, expressos em forma de porcentagem, constituem uma forma de “evidência” inquestionável de que seres humanos e macacos tiveram um ancestral comum. 
 
O biólogo evolucionista Allan Wilson, juntamente com sua então estudante de graduação Mary-Claire King, em 1975, focalizando seus estudos nos chamados “genes de regulação”, publicaram na revista Science uma convincente argumentação de que seres humanos e chimpanzés difeririam em apenas 1% em seu material genético, o que, de acordo com o pensamento evolucionista, “evidenciava” o parentesco evolutivo entre as espécies. Desde então, esse tipo de raciocínio têm enchido páginas e mais páginas dos livros mais utilizados nas escolas e universidades, além de ser tema constante em programas, revistas e páginas eletrônicas de divulgação científica. 
 
Apesar das supostas coincidências genéticas entre seres humanos e macacos, essas duas espécies apresentam diferenças tão marcantes que somente nos últimos anos, em função das informações advindas do sequenciamento genético de várias espécies, têm sido mais bem compreendidas. Entre essas diferenças podem-se citar, por exemplo, os fatos de que macacos são imunes ao HIV e suas fêmeas raramente abortam, enquanto que os seres humanos podem caminhar perfeitamente em posição vertical. 
 
Os resultados advindos desses estudos surpreenderam os cientistas em pelo menos dois pontos. Em primeiro lugar, ao contrário do que se pensava, duplicações, perdas de genes, conexões alteradas na retransmissão das informações existentes no DNA, entre outras, desempenham papel muito maior na expressão das características de uma espécie do que se pensava antes. Em segundo lugar, como consequência do primeiro ponto, “qualquer tentativa de quantificar as diferenças entre seres humanos e chimpanzés é frustrada, não havendo nenhuma forma de se expressar a distância gênica entre dois organismos viventes”, afirma Jon Cohen, citando o zoólogo Pascal Gagneux, da Universidade da Califórnia, em artigo publicado no volume 316 da revista Science, de 2007, intitulado “Relative Defference: The Myth of 1%” (Diferença Relativa: O Mito do 1%).
 
Os interessados em conhecer mais sobre a impossibilidade de se expressar, em termos de porcentagem de coincidências genéticas, o parentesco evolutivo entre humanos e macacos, ou entre duas outras espécies quaisquer, além de ler o artigo de Cohen, também devem ler a revista Ciência das Origens, nº 13, disponível gratuitamente no site da Sociedade Criacionista Brasileira, clicando no link “Publicações”, a qual traz o artigo “São os Chimpanzés 99,4% idênticos aos seres humanos?”.
 
O texto bíblico introdutório desta postagem informa que, assim como as demais formas de vida, os seres humanos foram criados por Deus. Além disso, os seres humanos, antes do pecado, eram “imagem e semelhança de seu Criador”. Essa explicação para o surgimento dos seres humanos faz parte da argumentação de muitos jovens cristãos dedicados e envolvidos com a obra e com sua fé. 
 
Por outro lado, nas aulas de Ciências na maioria das escolas e universidades são apresentadas aos estudantes explicações muito diferentes para o surgimento dos seres vivos. Com base nas ideias propostas por Charles Darwin em seu livro A Origem das Espécies, argumenta-se que sequências de incríveis coincidências, associadas às leis naturais, originaram todas as formas de vida, entre elas o ser humano. Este, por sua vez, seria o resultado de diferenciações que ocorreram há cerca de 4 milhões de anos, quando supostamente teria surgido o chamado “Gênero Homo”, do qual descenderiam os seres humanos modernos (Homo sapiens sapiens).
 
O que se tem observado, então, é que, diante das ideias apresentadas no parágrafo anterior, ao ingressarem nos cursos de Ciências nas escolas e nas universidades, muitos daqueles jovens cristãos dedicados e envolvidos nos trabalhos de suas igrejas tornam-se ateus convictos e negam a fé que por tanto tempo professaram em um Deus Criador. Diante dessa realidade, ficam evidentes duas grandes verdades. A primeira delas é que os argumentos e as assim chamadas “evidências” apresentados pelos simpatizantes das ideias propostas por Darwin são muito poderosos e convincentes, sendo capazes de em alguns meses abalar ou até mesmo destruir convicções que foram sendo formadas ao longo de alguns anos. A segunda é que a maioria das igrejas e as escolas confessionais, as quais se propõem ofertar a chamada educação cristã, não estão cumprindo seu papel de evidenciar aos seus educandos “os atributos invisíveis de Deus, assim como o Seu eterno poder”, nas “coisas que foram criadas”, conforme se lê em Romanos 1:20. 
 
Assim, as pretensas afirmações evolucionistas, fundamentadas em especulações e interpretações distorcidas da realidade, as quais são veiculadas pela mídia secular sensacionalista, têm sido mais convincentes aos olhos desta geração de que a verdade da Criação revelada na Palavra de Deus. É preciso que professores, pastores e demais envolvidos na chamada educação cristã despertem para a necessidade de oferecer sólidos argumentos aos educandos, os quais lhes proporcionem o desenvolvimento de uma base racional para a fé em um Deus Criador, a qual seja mais convincente que as tradicionais especulações evolucionistas presentes no campo das conjecturas.
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"Levantai ao alto vossos olhos e vede. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais Ele chama pelo nome, e por ser Ele grande em força e poder, nem uma só vem a faltar." Is. 40: 26