Por Trás da Máscara Evolucionista

21-11-2010 01:47

A pregação do evolucionismo de que todos os seres vivos que hoje conhecemos surgiram de um ancestral comum, nunca se mostrou tão falha como se revela atualmente. Mas se Darwin tinha razão e todos os seres vivos surgiram de um ancestral comum, a pergunta que fica é: Onde estão os fósseis de transição?
 
Os evolucionistas afirmam seguros que estes estão tais fósseis de transição estão aí, mas não é isso que a ciência verdadeira, de fato, tem revelado. Se você desconfia que isto seja plena verdade, veja o que disse o paleontólogo evolucionista Mark Czarnecki: "Um dos maiores problemas tem sido o registro fóssil... Este registro nunca forneceu qualquer vestígio das formas intermediárias de Darwin. Pelo contrário, as espécies aparecem e desaparecem repentinamente, e esta anomalia tem fortalecido o argumento criacionista de que cada espécie foi criada por Deus.".
 
Apesar de durante a história e também na atualidade os evolucionistas sempre estarem rotulando alguns fósseis como se fosse estes de transição, é vergonhoso para os evolucionistas como estes são desbancandos ao decorrer do tempo (Veja alguns exemplos clicando aqui e aqui). Então permanece a pergunta: Se a evolução ocorreu mesmo, não deveria existir uma enxurrada de fósseis? 
 
 
“Dúvida é uma pergunta sincera. Descrença é não querer ouvir a resposta.” Ian Judson

 

Fonte: Criacionismo Brasil

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 Mais um "Fóssil de Transição" Desmascardo!
 
A procura pelo não-existente “elo perdido” por parte dos evolucionistas tem uma longa e conturbada história. Australopithecus sediba (Sediba) é o mais recente fóssil usado como representante do passado evolutivo humano. No entanto os restos deste macaco extinto oferecem pistas sólidas que contradizem qualquer relação evolutiva com o ser humano.
Primeiro, os restos foram datados com a idade de 1,9 milhões de anos, o que os torna pelo menos 1 milhão de anos mais novos do que as idades evolutivas atribuídas a fósseis de seres totalmente humanos.1 Se Sediba realmente fosse um ancestral humano, então o seu tipo teria-se metamorfoseado para o ser humano, e, desde logo, não existiria (como ancestral humano) depois do mesmo ser humano ter aparecido.
Portanto, as idades evolutivas atribuídas aos fósseis sobrepõem-se consideravelmente e desde logo falham ao servir de evidência para uma cronologia alinhada.
Tal como se verificou com “Ardi“ (Ardipithecus ramidus) – outro fóssil celebrado pelos evolucionistas como ancestral humano – a alegação é a de que a orientação da estrutura do quadril é mais humana e que, portanto, poderia ter andado como um homem moderno. Supostamente, Sediba estava no processo de adquirir a forma de andar distintivamente humana.2
Há alguns meses atrás o antropólogo C. Owen Lovejoy promoveu Ardi como um macaco que andava com postura recta3, mas para William Jungers (Stony Brook University Medical Center) que – tal como o resto do mundo, só pôde analisar as evidências depois de Ardi ter sido proclamado como um “andador” – o esqueleto reconstruído “realmente, não mostra de todo nenhuma adaptação para o bipedalismo” 4
Lee Berger, paleoantropólogo e autor principal de um estudo em torno de Sedibapublicado na revista Science, semelhantemente anunciou que Sediba poderia ter andado.5 Mas tanto no caso de Ardi como no caso de Sediba não foram encontrados os ossos relevantes que pudessem legitimar essa determinação!6 Portanto, não se admirem se dentro de alguns meses se determinar, eventualmente, que Sediba não tinha as adaptações que lhe permitissem caminhar com postura recta. Ou seja, mais um fóssil para o caixote dos “falsos fósseis evolutivos”.
Conclusão:
Quem acompanha as coisas que se colocam neste blog ou no blog do Sabino de certo que não vai ficar surpreso com a euforia evolucionista em torno deste fóssil. Isto é cíclico e segue sempre o mesmo padrão:
1. Encontram-se ossos de hominídeo;
2. Os cientistas evolucionistas fazem algumas declarações superficiais com muitos “pode ter“, ou “se calhar“, ou ainda “tudo indica“;
3. Os jornais evolutivos anunciam-no com toda a certeza como “o elo que faltava na evolução do homem!” e que agora é que a dita evolução está confirmada. Antes deste fóssil não estava, pelos vistos;
4. Os cientistas estudam o achado com mais cuidado e “descobrem” que o dito fóssil “não é bem” o que se tinha anunciado.
A ciência não funciona da mesma forma que a teoria da evolução funciona. Com a ciência primeiro estudam-se os dados, testam-se as hipóteses, fazem-se previsões, confirmam-se (ou descartam-se) as hipóteses, e depois é que se publicam as conclusões.
Como a teoria da evolução não é ciência mas sim uma ideologia, primeiro anuncia-se o que quer que os fósseis sejam (como forma de intimidar os adversários) e depois, quando afinal se descobre que os ditos fósseis são irrelevantes para o mito da teoria da evolução, deixa-se a poeira baixar calmamente, sem nunca (ou raramente) se publicar com a mesma força o quão errados os evolucionistas estavam na sua interpretação inicial.
Para nós cristãos o facto dos evolucionistas nunca serem capazes de estabelecer de uma vez por todas uma linhagem coerente é exactamente o que seria de esperar se a Bíblia fosse o que é, nomeadamente, a Palavra de Deus. O ser humano não tem ancestrais entre os australopitecos porque o ser humano não é o resultado de nenhum processo evolutivo mas sim o resultado do Processo Criativo de Deus.
A ciência não oferece nenhum suporte a uma imaginada linhagem evolutiva que envolva a descendência comum entre os grandes símios e o ser humano.
Se os ateus realmente levassem a ciência a sério, há muito que teriam descartado a teoria da evolução, mas como a alternativa à teoria da evolução é Criação, os ateus vão continuar agarrados a uma teoria sem evidências e sem lógica.
 
Nota: E assim se segue a enorme lista dos equívocos evolucionistas.
 

 

 Mais uma farsa da teoria da evolução?
 
Querem destronar Ardi. A fêmea primata de 4,4 milhões de anos virou ícone da espécie Ardipithecus ramidus, um dos mais antigos ancestrais do homem. Mas não passaria de uma reles macaca, acusa um novo estudo.
Ironicamente, o "rebaixamento" da espécie de Ardi está sendo proposto nas páginas da prestigiosa revista especializada "Science", a mesma que alçou a suposta fêmea de hominídeo (ancestral humano) à categoria de descoberta do ano em 2009.
O esqueleto quase completo da criatura, bem como hipóteses detalhadas sobre sua locomoção e até sua vida sexual, foram descritos em 11 artigos científicos no dia 2 de outubro do ano passado.
Ardi e seus companheiros de espécie estariam entre os primeiros primatas a comprovadamente caminhar com duas pernas, tal como o homem. É o que argumentava a equipe liderada por Tim White, da Universidade da Califórnia em Berkeley (Costa Oeste dos EUA).
Besteira, declarou à Folha Esteban Sarmiento, primatologista da Fundação Evolução Humana, em Nova Jersey. "O Ardipithecus é um quadrúpede palmígrado [ou seja, apoiava-se nas plantas das quatro patas], e não um bípede. Aliás, é muito difícil dizer se o fóssil [Ardi] era um macho ou uma fêmea."
Mais importante ainda: o animal seria, na verdade, um grande macaco africano primitivo, talvez anterior à separação entre as linhagens de humanos e chimpanzés.
INTERPRETAÇÃO
Até certo ponto, problemas de interpretação são naturais quando se trata de um fóssil como esse. Embora fragmentos de outros indivíduos da espécie já tenham sido achados, Ardi é, de longe, a mais importante fonte para entender o A. ramidus, por causa de seu esqueleto relativamente completo.
Ocorre, porém, que os milhões de anos de preservação distorceram vários dos ossos do bicho, em especial os da pelve (quadril), importantes justamente no debate "dois pés versus quatro patas".
Além disso, a idade remota, próxima do momento estimado para a separação evolutiva entre as linhagens do homem e do chimpanzé, também é fonte de confusão. Isso porque, em tese, quanto mais perto dessa divergência, mais difícil fica dizer quem é pré-humano e quem é apenas macaco.
Sarmiento aponta que White e companhia teriam errado feio na interpretação dos detalhes mais significativos do esqueleto. Em resumo, ele diz que traços dos dentes, da pelve e dos membros da espécie lembram mais os dos grandes macacos mais antigos, com uns 10 milhões de anos.
O problema é que esses bichos mais primitivos só foram encontrados até agora na Europa e na Ásia. Há uma lacuna no registro deixado pelos fósseis na África, tanto que até agora ninguém reconheceu oficialmente a descoberta de um protochimpanzé ou protogorila.
Sarmiento aposta que a "mania" de achar apenas hominídeos na África, com idade de 7 milhões de anos para cima, pode ser explicada por um viés dos cientistas: ninguém quer afirmar que achou "apenas" um ancestral dos chimpanzés ou dos gorilas, critica ele.
CONTRA OU A FAVOR
Paleoantropólogos ouvidos pela Folha disseram que a crítica tem fundamento.
"Embora o Dr. White e seus colegas tenham descoberto um fóssil fabuloso de grande macaco, tentaram forçar a mão e transformá-lo num hominídeo, coisa para a qual não há base nenhuma", diz o americano Lee Berger, da Universidade do Witwatersrand (África do Sul).
"Creio que esse é só o primeiro de uma avalanche de artigos. Apesar da força considerável de personalidade do Dr. White, nem ele é capaz de forçar a área a aceitar oA. ramidus como hominídeo."
John Hawks, da Universidade de Wisconsin em Madison, também diz esperar mais publicações criticando a descrição de Ardi.
"Sarmiento argumentou corretamente em vários pontos. Por exemplo, várias comparações recentes do genoma do homem e de primatas mostraram que o ancestral comum de chimpanzés e humanos viveu em torno de 4 milhões de anos atrás", diz.
"Ardi e outros supostos hominídeos, portanto, seriam velhos demais para serem ancestrais do homem. Muitos paleontólogos preferem ignorar os dados genéticos, mas não acho que seja tão simples assim."
(Folha.com)
 
Depois de um fato como esse (que não é nenhuma novidade) nem preciso acrescentar mais nada.
 Onde Darwin não convenceu
 
Na época que Charles Darwin despertou ao mundo uma nova teoria na qual “converteu” grande parte da humanidade para as crenças das teorias evolucionista, ele não poderia imaginar quantos equívocos absurdos seriam desmascarados da sua tão frágil teoria.
 
Michael J. Behe, Bacharelado de Química na Universidade Drexel com pós-graduação em Bioquímica pela Universidade da Pennsylvania ressalta em seu livro “A caixa preta de Darwin” [recomendo] que os sistemas de complexidade irredutível são sem duvidas um argumento fortíssimo contra o evolucionismo, uma vez que estes são aqueles que necessitam de partes múltiplas para funcionarem; se uma parte é removida, o sistema não funciona mais. 
 
Na época em que Darwin realizou seus estudos ele tinha o conhecimento da célula como sendo apenas uma “caixa-preta” a qual só era possível visualizar seus contornos devido à carência tecnológica dos microscópios da época. Por isso Darwin não sabia a tamanha complexidade de uma célula, o qual só foi estudava mais profundamente mais tarde.
 
Por esta razão podemos hoje ver que as células são extremamente complexas, um conjunto que funciona exatamente harmoniosamente, o qual se fosse retirado apenas um minúsculo detalhe a mesma não seria capaz de realizar os processos os quais são necessários para a manutenção da vida. 
 
Michael afirma que chegou a esta conclusão uma vez que quando olhamos para o mesmo tipo de “máquinas” em escala macro podemos perceber que é impossível que as mesmas fossem surgidas do acaso. Ele cita o exemplo de uma ratoeira, a qual é impossível olhar e não se deduzir que esta foi obra de um criador.
 
Entrevistado pelo jornalista Michelson Borges, quando solicitado a citar um exemplo de “sistemas irredutíveis complexos” ele responde:
“Os sistemas de complexidade biológica irredutível incluem o flagelo bacteriano, que é literalmente um motor externo que algumas bactérias usam para nadar: tem hélice, eixo acionador, motor, uma parte fixa, um mancal e outras partes mais. Outro exemplo é o sistema de transporte intracelular, que é um sistema de “rodovias”, “sinais de trânsito” e “vagões moleculares” que transportam carga por toda a célula.”
 
Diante dos fatos bem argumentos pelo doutor Michael Behe os evolucionistas contemporâneos afirmam que será possível explicar estes sistemas daqui talvez uns vinte anos[será mesmo?].
 
É claro que é impossível por Deus em um microscópio, ou em um tubo de ensaios para ser analisado, testado ou comprovado, mas é muito bom saber que podemos mostrar cientificamente as provas da existência do Criador.
 
Durante muitas décadas os avanços tecnológicos e científicos, permitiram um “melhoramento” das idéias de Charles Darwin, o que foi denominado como neodarwinismo. Transformada ou não o fato é que as idéias de Charles Darwin até hoje continuam a influenciar um número grande de pessoas, apesar da grande falta de EVIDÊNCIAS.
 
Depois da publicação de “Origem da espécies” varias especulações de que o homem teria evoluído do macaco tomou conta da sociedade. Neste período o explorador Paul Beloni Du Chaillu fez uma exposição de gorilas em Londres, o que desencadeou na sociedade um sentimento de horror uma vez que homem poderia ter surgido desta espécie. 
 
Darwin com o intuito de se “explicar melhor” publicou em 1871 o livro “A origem do homem” no qual enfatizou o fato do homem não possuir nenhuma ligação de sentido biológico com os macacos e sim de uma espécie de símio o qual evoluiu até chegar ao homem em passos graduais na qual obteve uma inteligência por seleção natural. 
 
Se tudo o que Darwin então afirmou é verdade e o homo sapiens é o resultado de processos evolutivos, a pergunta a se responder é: onde estão os fosseis de transição? 
 
Durante todo o período pós Darwin surgiram alguns possíveis fosseis destes homens em transição.
 
Homem-de-neandertal
Este fóssil foi a primeiro a ser supostamente humano, este foi descoberto 3 anos depois do lançamento de “Origem das espécies” [simples coincidência?] em 1856. Este esqueleto era parecido com o humano porém com muitas diferenças, na época ele foi considerado como o elo perdido entre os símios e o homem. Porém alguns anos mais tarde exames de DNA feitos a partir da mitocôndria provaram que este homem não era de jeito nenhum humano.
 
Homem de Java (pitecantropo eretos)
Em 1891 na ilha de Java na Indonésia foi encontrado um fóssil ainda mais velho que o de neandertal o qual foi descoberto pelo holandês Eugene Dubois. Porém o que ele havia achado foi apenas poucas partes e todas elas em lugares completamente diferentes e sem qualquer prova cientifica ele rotulou tal “achado” como sendo de um possível homem primitivo. O mais estranho ainda é que Dubois não permitia que ninguém, absolutamente ninguém, analisasse o seu possível achado, o que só aconteceu 35 anos depois na qual o mesmo foi desconsiderado no meio acadêmico.
 
Homem de Piltdown
No inicio do século XX, um até então respeitado geólogo Charles Dawson com mais outros dois geólogos acharam o que seria finalmente o elo perdido entre o homem e os símios, este encontrado no sul da Inglaterra era um possível crânio humano com um maxilar muito parecido com um de um macaco. Algum tempo depois com a descoberta de outro crânio no local, fez com que todos aclamassem aquela descoberta como a confirmação da teoria de Darwin pois o fóssil também possui pelo menos meio milhão de anos. Tudo parecia um sonho, quando em 1950 pesquisas feitas descobriram que tudo não passava de mais uma farsa pois o crânio possuía a um homem moderno, e o maxilar possuía a um macaco que possuía a datação do mesmo ano no qual foi descoberto
 
Mais um engano?
Atualmente foi descoberto Lucy uma Australopithecus que seria mais um provável fóssil símio da teoria de Darwin, entretanto esta possui um esqueleto em péssimo estado de conservação e já é motivo de refutações como a feita pelo antropólogo Michael A. Cremo que publicou o livro “The Hidden History of the Human Race” que se opõe a aceitação de Lucy como uma possível prova da evolução.
 
Aonde estão os fosseis Darwin?
Diante de todos os argumentos e descobertas cientificas chegamos a pergunta: se Darwin tinha razão como afirmam os evolucionistas, aonde estão os fosseis? Em mais de 100 anos de sua teoria nada foi encontrado, apenas enganos, será que esta seria uma prova de que a teoria da evolução não passa de uma ilusão humana na tentativa de negar a existência de um Deus? O que é mais aceitável e racional, crer que um Deus de amor que se importa com você e o criou ou que simplesmente somos fruto de uma obra do acaso? É por esta razão que muitos estudiosos de renome preferem continuar acreditando neste Deus que é tão maravilhoso. Finalizo deixando a afirmação de Eugene P. Wigner, Prêmio Nobel de física: “O conceito de Deus é maravilhoso – ele nos ajuda a tomar decisões na direção correta. O problema da origem do Universo é um mistério para a ciência”.
 
 O que aconteceu com Darwin?
 
Um cientista respeitado por muitos, autor de um dos livros mais polêmicos da história, Charles Darwin o homem denominado por alguns como o “Assassino de Deus”, foi o grande responsável pela expansão da teoria evolucionista.
O que muitos não sabem sobre Darwin é o fato de que inicialmente ele acreditava na Bíblia como sendo uma verdade literal e chegou até mesmo a estudar Teologia em uma escola Anglicana. 
 
Apesar de Darwin até então ser um Criacionista, tudo isso se modificou durante a sua viagem a bordo do Beagle, principalmente ao desembarcar no arquipélago equatoriano de Galápagos o qual foi crucial para o surgimento de suas idéias a respeito da evolução das espécies. Porém é importante observar que apesar de Darwin ter estudado Teologia ele parecia ter pouquíssimo (ou nenhum) entendimento sobre o assunto, como pode ser percebido, por exemplo, na afirmação: "Não consigo me convencer de que um Deus caridoso e onipotente teria propositalmente criado vespas parasitas com a intenção expressa de alimentá-las dentro de corpos vivos de lagartas." ,Talvez se ele estivesse de fato um bom conhecimento teológico veria que não foi o plano de Deus que os animais se alimentassem um dos outros, na verdade o plano de Deus era (é) que todos fossem de fato vegetarianos como pode ser percebido no seguinte versículo bíblico: “O lobo e o cordeiro se apascentarão juntos, e o leão comerá palha como o boi, e pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum, em todo o meu santo monte, diz o Senhor.” Isaias 65:25, ou ainda no relato de Gênesis o qual mostra Deus avisando ao homem para se alimentarem de todas as árvores (e não dos animais) “E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dá semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto de árvore que dá semente, ser-vos-á para mantimento.” Gênesis 1:29.
 
Muito estranhamente no ano de 1842, Charles Darwin saiu da cidade de Londres e foi morar em uma fazenda, isolando-se assim de tudo e todos, o que até hoje gera certa especulação do motivo que o levou a se isolar desta maneira.
 
Apesar de não se ter a verdadeira causa o fato é que Darwin começou nos anos que se seguiram a sofrer com a sua saúde, principalmente a mental. Neste anos seguintes Darwin sofreu de uma forte depressão, que foi ainda mais agravada com a morte de sua filha Annie.
 
Um fato muito interessante era que apesar de já estar em sua próxima velhice Darwin não havia ainda publicado seu livro “Origem das espécies”. Na verdade provavelmente ele não publicaria tal livro se não fosse pela ameaça que ele sentiu de Alfred Russel Wallace que iria publicar um livro com idéias semelhantes às idéias dele, o que o fez publicar o seu livro em 1959.
 
Entretanto o questionamento que fazemos é: não seria toda essa trajetória de doença psicológica o resultado de uma vida tentando negar a existência de Deus? Não seria esse o motivo pelo qual Darwin estava constantemente em conflito consigo mesmo?
Afinal, que conseqüências há na vida do homem quando ele nega existência de um Deus pessoal e Criador? 
 
Uma das coisas mais incríveis na história de Darwin foi uma afirmação dele na qual se percebe que mesmo com toda a sua pesquisa que para ele significava o fim de todo o relato bíblico, ele ainda assim afirmou: “Mesmo nas minhas reflexões mais profundas, eu nunca fui ateu suficiente para negar a existência de Deus.”. Ora isso não é nada mais nada menos do que a necessidade do homem de encontrar-se com o seu Criador, porque por mais que homem fuja ou negue ainda assim sempre existirá em seu interior a necessidade de se encontrar com Deus.
 

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"Levantai ao alto vossos olhos e vede. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais Ele chama pelo nome, e por ser Ele grande em força e poder, nem uma só vem a faltar." Is. 40: 26