A Fome no Mundo

19-10-2010 17:30

O Índice Global da Fome 2010 mostra que crianças são metade das pessoas que estão passando fome no mundo. Um bilhão de pessoas no mundo estavam subnutridas em 2009, segundo o novo relatório. Os dados mais recentes, desse ano, ainda não estão completos. A ONU define fome como o consumo de menos de 1.800 quilocalorias por dia, o mínimo necessário para viver uma vida saudável e produtiva. Apesar de o número de pessoas subnutridas no mundo ter caído entre 1990 e 2006, e de a tendência continuar sendo essa, a diminuição é muito lenta, com inadmissíveis mais de um bilhão de pessoas famintas hoje. O Índice Global de Saúde (IGS) é calculado para 122 países em desenvolvimento e transição. 29 deles, principalmente na África Subsaariana e no sul da Ásia, têm níveis de fome descritos como “extremamente alarmantes” ou “alarmantes”.

 
O IGS mostra o aumento da fome em nove países: Coreia do Norte e oito países africanos sub-saarianos. A República Democrática do Congo foi o país que teve o maior aumento; a fome subiu mais de 65%. A crise global dos preços dos alimentos e a recessão mundial podem ter contribuído para o recente aumento.
 
A pontuação é baseada na proporção de pessoas com deficiências calóricas, a proporção de crianças menores de cinco anos abaixo do peso, e a taxa de mortalidade infantil.
 
Crianças menores de dois anos são consideradas em maior risco. A desnutrição nessa fase prejudica o desenvolvimento físico e mental da criança, e seus efeitos são em grande parte irreversíveis, causando danos ao longo da vida.
 
Os autores do relatório convidam as nações a combater a desnutrição infantil, a fim de reduzir a fome global. Em alguns países da África Subsaariana, por exemplo em Burundi e em Madagascar, cerca de metade das crianças têm crescimento retardado devido à falta de acesso a uma alimentação adequada.
 
Os autores argumentam que a melhoria da nutrição infantil é o que teria o maior efeito na redução da fome global. Eles estimam que a desnutrição infantil possa ser reduzida cerca de um terço, proporcionando melhores cuidados de saúde e nutrição não só para crianças, mas também para as mães durante a gravidez e a amamentação.
 
Os autores do relatório também dizem que a redução da fome global irá melhorar significativamente a produtividade e o desenvolvimento econômico.
 
 
Nota: Não fosse a ganância humana e a ânsia por acumulação de riquezas (por parte da minoria), a fome no mundo poderia ser grandemente minorada. Infelizmente, as profecias bíblicas mostram que a fome continuará até o fim. Felizmente, esse é mais um dos sinais de que esse fim (a solução final de Deus) está próximo (leia Mateus 24). Enquanto a solução final não vem, sejamos as mãos de Deus alimentando os famintos que pudermos.
 

Fonte: www.criacionista.blogspot.com

 

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"Levantai ao alto vossos olhos e vede. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais Ele chama pelo nome, e por ser Ele grande em força e poder, nem uma só vem a faltar." Is. 40: 26