Destruições Naturais ou Provocadas?

23-11-2010 18:56

 terremoto-fim do mundoA crise ambiental está na pauta mundial nos últimos anos. Não apenas por causa do propagado aquecimento global que seria ou será, dependendo da ótica científica, fator de destruição gradativa e progressiva do planeta em que vivemos. Mas a ocorrência de diversas situações de desequilíbrio climático, em média e grandes proporções, em diferentes pontos do globo tem preocupado as autoridades. No final de ano, grandes nevascas assolaram os países localizados no Hemisfério Norte como os Estados Unidos, Canadá e várias nações europeias, enquanto no Brasil, por exemplo, as chuvas intensas são responsáveis por destruições permanentes. Tenho lido que especialistas em meteorologia concordam que tem chovido, além do normal, em vários estados brasileiros, e os resultados são vistos: enchentes em São Paulo, Minas Gerais, fortes ventanias em Santa Catarina e Rio Grande do Sul e agora deslizamentos graves no Rio de Janeiro. O saldo tem sido o de vários mortos, muitos feridos e um grande número de pessoas desabrigadas ou desalojadas. Em 2009, foram registrados 245 desastres naturais, abaixo da cifra mais alta da década, de 434 ocorrências em 2005, conforme informou a Estratégia Internacional para a Redução de Desastres da Organização das Nações Unidas. Dos 245 desastres, 224 estavam relacionados com o clima e causaram cerca de 7.000 das 8.900 mortes, segundo dados preliminares.

 
Mas qual a relação desse panorama desanimador e a vida de um cristão? Os cristãos têm compromisso com a preservação deste planeta de alguma maneira e poderiam estar sendo, também, omissos nesse papel? Estima-se que, na capital paulista, pelo menos 70% dos alagamentos aconteça por entupimento de bueiros com lixo. O mesmo deve ocorrer em outras cidades.
 
Curioso é perceber o direcionamento bíblico para o conceito de que o ser humano é responsável pela administração do que foi criado por Deus. Inclusive por seu próprio organismo. Comecemos pelo período imediatamente após o ato criador. Após criar o homem, é dito que Deus, no versículo 28 do primeiro capítulo de Gênesis, deu a seguinte recomendação a Adão e Eva: “…dominai sobre os peixes do mar, sobre todas as aves dos céus e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra” (Almeida, Edição Contemporânea). A palavra dominar indica um controle e um gerenciamento em relação à natureza. E gerenciar implica não destruir, nem esgotar os recursos naturais disponíveis e muito menos retirar sem repor. É, em última instância, a tarefa de cuidar. Semelhante orientação foi dada, após a ocorrência do Dilúvio bíblico, para Noé e sua família. No capítulo 9 de Gênesis, há a afirmação de que tudo o que foi criado seria entregue em suas mãos.
 
Em outros trechos, sobretudo no Antigo Testamento, quando há uma explícita apresentação de normas e recomendações úteis ao povo de Israel em sua trajetória rumo às terras de Canaã, é possível reconhecer a preocupação divina com o meio ambiente. São menções quanto ao descanso da terra (Levítico 25), às queimadas (Êxodo 22:6), à proteção geral de animais (Êxodo 21:33,34), ao cuidado com árvores frutíferas em determinadas situações (Deuteronômio 20:19,20) e mesmo assinalada repreensão contra a crueldade praticada contra animais (Provérbios 12:10).
 
A base de todo esse cuidado de Deus com respeito à natureza parece estar em Salmos 24:1. Diz a versão bíblica que “Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e todos os que nele habitam” (Almeida, Edição Contemporânea). O princípio é o mesmo que observado com referência ao cuidado com o corpo, a mente, com os recursos financeiros e com o tempo. Deus é o legítimo proprietário de tudo, portanto deu a oportunidade ao ser humano de fazer a administração de tudo o que há. A boa administração, logicamente, resulta em bons resultados e, o contrário, da mesma forma.
 
Parece que, independente do que as pesquisas têm demonstrado, a administração dos recursos naturais tem se mostrado, de modo geral, a pior possível. O lixo produzido por uma vida absurdamente consumista e descartável da maioria das pessoas não encontra mais vazão e polui todos os mananciais de água possíveis, inclusive os mais profundos. A emissão de gases poluentes é uma realidade em uma sociedade na qual os indivíduos consomem, cada vez mais, máquinas movidas a fontes combustíveis. A falta de reposição equilibrada do que é velozmente sugado da terra (árvores, água, nutrientes, etc) se transformou em um hábito irresponsável em grandes dimensões.
 
Há movimentos para redução disso, mas são ínfimas as mudanças significativas. Mesmo assim, os cristãos, de acordo com a Bíblia, não têm o direito de cruzar os braços diante disso. Pode haver a impressão de que, por estarem com foco em uma nova terra, de vida eterna e erradicação completa do pecado e suas consequências, os cristãos estariam livres de cuidar do meio ambiente. Tal pensamento não se coaduna com a Bíblia, já que o pedido de Deus é que, enquanto habitam a terra, os humanos convivam da maneira mais ambientalmente harmoniosa com os demais seres. No livro de Apocalipse, no trecho que apresenta as características do período descrito como sétima trombeta, e que muitos estudiosos creem ser o tempo final e o imediato retorno de Cristo a este mundo, uma advertência solene chama a atenção. No capítulo 11 e versículo 18 é dito que “iraram-se as nações, então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos, e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra”. (Almeida, Edição Contemporânea). Os que perseguem os verdadeiros adoradores de Deus e, por conseguinte, deram sua enorme parcela de contribuição para a destruição do mundo natural, receberão a retribuição final ao que buscaram.
 
A Bíblia não se omite em relação ao meio ambiente. Pelo contrário, declara que os que se consideram cristãos possuem uma responsabilidade ainda hoje no planeta em que habitam. É verdade que aspiram a uma terra eterna, sem desmatamentos, poluição, consumismo desequilibrado e desordem do ecossistema, mas sem se esquecer da realidade em que vivem.
 
Felipe Lemos
Postado em Março de 2010
 
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Um Lugar Para se Esconder

 Últimos dias de Pompéia. Ninguém esperava que algum dia pudesse acontecer. Então o poderoso Vesúvio entrou em erupção e o inferno explodiu de um límpido céu azul. A carnificina foi inacreditável. Não havia onde se esconder. O dia 24 de agosto do ano 79 surgiu como qualquer outro dia de verão em Pompéia, uma cidade de veraneio para romanos ricos.

 
A hora do almoço chegou e os lojistas fecharam as portas. Um padeiro colocou 81 pães no forno. Um freguês colocou algumas moedas no balcão de uma loja de vinhos. Então um súbito terremoto sacudiu Pompéia. A maioria dos 20 mil moradores conseguiu se salvar. Porém, uma boa parte, cerca de 2 mil, demorou demais.
 
As ruínas da cidade contam a trágica história. Alguns se demoraram a enterrar valores, outros passaram momentos valiosos enchendo carrinhos com bens – tolas bugigangas dos tesouros terrenos, para serem pegos pelo círculo da morte em torno do Vesúvio. A forma de um homem ficou na rua ainda com a mão cheia de moedas de ouro.
 
 Aqueles que saíram correndo pelos campos amarraram travesseiros ma cabeça para protegerem-se da avalanche que o Vesúvio enviava violentamente através dos céus. Esse era o cenário quando o Vesúvio acordou naquela fatídica tarde de agosto, retumbante, com tremores, lançando um rio de fogo líquido. A chuva e as cinzas desciam em cascata sobre Pompéia. As vítimas respiravam a fatal fumaça cheia de enxofre em seu caminho, onde um misto de chuva e de cinzas envolvera os corpos como um gesso. Dezenove séculos se passaram e hoje ainda são preservadas as formas daqueles que se demoraram e não foram salvos do Vesúvio.
 
Famílias inteiras sucumbiram, o terror da morte estampado em cada rosto. A vida em Pompéia deu lugar ao soturno silêncio da morte. A garçonete nunca chegou a pegar o dinheiro do freguês. Os 81 pães permaneceram sem assar no forno. As lojas nunca mais se abriram. Os carrinhos inúteis, cheios de bens que não seriam usados, continuavam bloqueando as estreitas passagens. Tudo que permanece até agora serve para nos fazer lembrar da surpresa estonteante e do erro fatal de muitos ao fugirem para salvar a vida.
 
Quando pensamos no destino de Pompéia, não podemos deixar de nos perguntar se o povo de lá havia ouvido falar em Jesus Cristo. Os estudiosos têm poucas dúvidas de que mensageiros das boas novas tivessem pregado por lá. Uma cruz solitária numa parede da cidade sugere que alguns possam ter aceitado o evangelho. Mas, aparentemente, a maior parte dos moradores não aceitou a salvação. Eu pensei muito sobre Pompéia. O que poderíamos hoje aprender sobre a tragédia? Enquanto eu caminhava por aquelas ruas, passando pela majestosa arena, através do fórum, eu pensava numa relação entre a queda de Pompéia e o futuro de nosso planeta. Será que o tempo está se esgotando para nós também?
 
O Novo Testamento contém 260 avisos claros, indubitáveis sobre a crise final. Os amantes do prazer ridicularizam o pensamento de que exista um dia do juízo, como a Bíblia predisse que iria acontecer. Lemos no Novo Testamento: “…virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões, e dizendo: Onde está a promessa de sua vinda?… todas as coisas permanecem como estão desde o princípio da criação”. II Pedro 3:4.
 
Essa atitude descuidada e insensível está começando a mudar agora. As pessoas que pensam estão começando a acordar. Até mesmo comentaristas e líderes políticos falam abertamente sobre o fim do mundo hoje em dia. A própria Bíblia não deixa espaço para dúvidas: “Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra e as obras que nela há, se queimarão”. II Pedro 3:10.
 
Vem-nos então a pergunta: Será que há fogo armazenado na terra para o fim do mundo? Aparentemente sim. Pensemos no monte Krakatoa, por exemplo, na costa de Java. Sua erupção, em 1883, foi o maior estrondo que a história já registrou; o som percorreu 4.800 quilômetros. O vulcão pulverizou um quilômetro cúbico e meio de material sólido em cinzas, erguendo uma nuvem escura por vinte e sete quilômetros, fazendo um eclipse no sol e finalmente envolvendo a Terra. Enormes ondas de dezesseis metros cobriam a costa, destruindo 1.295 cidades e vilarejos.
 
Imagine! As erupções vulcânicas nos fazem lembrar das bombas nucleares – a não ser o fato de que a mais espetacular explosão provocada pelo homem parece fogos de artifício quando comparamos com as forças da natureza. As erupções de Krakatoa através da história fornecem provas incontestáveis do arsenal de fogo guardado no interior da Terra. Lembra-se do primeiro juízo – da inundação do tempo de Noé?
 
Assim como naqueles dias as águas de dentro da Terra se juntaram com as águas dos céus e destruíram a Terra, no juízo que está por vir o fogo de dentro da Terra se unirá com o fogo dos céus, sob o comando de Deus. O fogo está lá agora, aguardando o comando de Deus para ser liberado.
 
Estudos da atual formação de nosso planeta indicam que mais de mil Krakatoas e Vesúvios têm abalado e destruído as fundações da Terra. As rochas indicam que as coisas aconteceram. Nós começamos a entender por que o profeta compara a inundação da época de Noé com o dia do juízo final. Lemos na Bíblia: “Pelas quais veio a perecer o mundo daquele tempo, afogado em água. Ora, os céus que agora existem, e a terra, pela mesma palavra têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o dia do juízo e destruição dos homens ímpios”. II Pedro 3:6 e 7.
 
Para a geração de Noé, destruição através da água. Para nossa, destruição pelo fogo. É um pensamento atemorizante. Mas graças a Deus por Sua promessa encontrada nesse mesmo capítulo maravilhoso, cheio de esperança, apesar da destruição do que está para vir. “Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova Terra em que habita a justiça”. II Pedro 3:13. Então, veja bem, o final deste mundo não é má notícia para o povo comprometido com Deus. É apenas o começo da maravilhosa eternidade com Ele.
 
Sim, Jesus virá em nuvens de brilhante glória e nos levará aos céus. Que boas-vindas então teremos! Anjos se ajuntando ao nosso redor, entoando cânticos de alegria. Nós nos sentaremos ante um banquete incomparável a qualquer jantar servido na Terra. E, melhor de tudo, Jesus nos apresentará a nosso Pai Celestial, que nos convidará a compartilharmos de Sua linda casa. Lembre-se, nós acabamos de ler no evangelho que haverá uma nova terra. Jesus irá renovar este planeta para que seja puro, um paraíso sem poluição.
 
Agora eu gostaria de perguntar uma coisa. Por que Deus parece estar atrasando a vinda de Jesus? Por que não cumpriu Ele a promessa de voltar, de salvar Seu povo e destruir o mundo? Encontramos a resposta aqui neste mesmo capítulo que parece estar repleto de informações atuais. “Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento”. II Pedro 3:9.
 
Agora nós entendemos. Está dito nessas palavras. Jesus demora a chegar aqui porque Deus não quer ver ninguém perecer. Ele está esperançoso, apesar de tudo, de que toda alma perdida se arrependa e seja salva. Já pensou no que Deus estará imaginando quando as chamas do inferno envolverem a Terra? Será que ficará exultante como um conquistador com o inimigo que foi derrubado sob seu poder? Oh, não! Não mesmo. Ele estará chorando como um pai aflito. “Por que desejaram morrer? Eu fiz tudo o que podia para salvá-los do incêndio, mas não Me atenderam”.
 
Para aqueles que rejeitaram Sua graça, aqueles que não aceitaram Seu chamado, não haverá lugar para se esconder. Mas aqueles que se entregam ao Salvador estarão salvos das chamas, quando Deus destruir até o último rastro de rebelião e de pecado deste planeta. Isso tudo está dito no Novo Testamento, É a palavra de Jesus através do profeta. Veja bem! Uma nova Terra! Nosso mundo livre da tristeza, da guerra, da morte. Não haverá mais a praga do pecado! Deus têm planos maravilhosos para este planeta, embora muitos não aceitem isso.
 
É a tragédia da rebelião. Lembro-me do que aconteceu no Monte Santa Helena. Parecia uma montanha comum. Alta, mas não tão alta quanto às de sua vizinhança. Então, numa manhã de março de 1980, o Monte Santa Helena acordou e entrou em erupção, lançando vapor e cinzas a milhares de metros em direção ao céu, uma explosão comparável ao Vesúvio queimado sobre Pompéia. Quase 160 quilômetros abaixo, em Yakima, Washington, o sol se escondeu ao meio-dia, deixando a cidade em total escuridão durante várias horas.
 
As cinzas que lá chegaram, atingiram a altura dos tornozelos. Montana também sofreu, à medida que a nuvem gigantesca se moveu em direção ao leste. Aqueles que moravam perto da Santa Helena haviam tido avisos de uma erupção iminente. Eles foram avisados. Alguns ouviram e fugiram. Outros se atrasaram e não se salvaram. Eu penso no Sr. Harry Truman, de 84 anos, não o ex-presidente, claro, mas o dono do alojamento Santa Helena à beira do lago “Spirit”. Ele havia vivido em segurança perto da montanha por mais de meio século. Ninguém iria lhe dizer o que fazer. Afinal de contas ele se gabava: “Ninguém entende mais essa montanha do que o Harry; ela não ousará explodir em cima de mim”. Mas aconteceu.
 
A surpresa estonteante veio com uma explosão retumbante que lançou um quilômetro e meio de material em direção aos céus. O pobre Harry Truman e dezenas de outros ainda jazem lá, enterrados embaixo de toneladas de lava vulcânica. Eles arriscaram a vida e a perderam. Eles foram avisados, mas se recusaram a ser salvos. Por que temos tanta dificuldade em ouvir os avisos? Se tudo fosse como Deus quer, se Ele pudesse decidir, ninguém estaria perdido quando Jesus viesse.
 
Mas Deus não nos obrigará a atender Sua vontade. Ele pode apenas nos avisar dos acontecimentos. Se nos recusarmos a atender, não há mais nada que Ele possa fazer. O livro de Apocalipse retrata uma cena amedrontadora para aqueles que não estão prontos para a vinda de Jesus: “E o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então todos os montes e ilhas foram movidos dos seus lugares. Os reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos, e todo o escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes, e disseram aos montes e rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos da face daquele que se assenta no trono, e da ira do Cordeiro, porque chegou o grande dia da ira deles; e quem é que pode suster-se”? Apocalipse 6:14-16″.
 
Que quadro! Nós já fomos avisados do que está para acontecer. O que Deus está dizendo? E o que os homens estão dizendo? “A ira do Cordeiro”. Não é o que esperamos do suave Jesus. Mas está chegando a hora quando Ele deverá erguer-se e acabar com o pecado. E todos os que se ativerem ao pecado deverão perecer. Quem poderá sobreviver a esse dia?
 
 Todos os que dedicaram sua vida ao Senhor Jesus Cristo. Todos os que crêem em Jesus o suficiente para viver com Ele de todo o coração. Você e eu temos uma decisão a tomar, e resta pouco tempo para essa decisão.
 
Em outubro de 1871, o grande evangelista Dwight L. Moody realizou encontros evangelísticos. No final de sua mensagem ele repetiu as palavras de Pilatos: “Que farei de Jesus”? Então ele disse: “Eu gostaria que levassem esse texto para casa com vocês e pensassem a respeito dele. Na próxima semana nós voltaremos ao calvário e à cruz, e então decidiremos o que fazer de Jesus”. O vocalista principal de Moody, Sankey, começou a cantar. Mas sua canção jamais terminou. Ele foi interrompido pela pressa e pelo som das sirenes de bombeiros. Chicago estava em chamas. Moody lamentou: “Eu preferiria dar minha mão direita para ser cortada, a ter dado a este auditório agora, uma semana para pensar!”
 
Sim, o tempo é essencial. Que faremos de Jesus? Sua resposta a esta pergunta decidirá onde você estará quando o fogo chegar. Se conhecer a Jesus, você terá onde se esconder. Ficará seguro com Sua provisão e Seu amor salvador. Talvez esteja perguntando como se chega a Deus e ser salvo? Quer que eu explique os simples passos para a salvação? Não devemos cansar de repeti-los. Primeiro confesse a Deus que é pecador, que não tem competência para se salvar. Depois diga a Ele que acredita que Jesus Cristo tenha vindo a Terra como seu salvador, e que por causa de seu sacrifício na cruz, Ele pagou o preço total de sua salvação. Depois, finalmente, abra seu coração e peça a Deus para aceitá-lo como Seu filho por causa de Jesus.
 
Sabe, quando você abre seu coração a Deus, Ele escreve o seu nome no livro da vida no Céu. Você fica liberado diante de Deus, sejam quais forem os pecados do seu passado. Ele encarará você como se nunca tivesse feito nada de errado. Na verdade, Deus o vê perfeito, assim como se tivesse sempre feito tudo acertadamente. Com Jesus como seu Salvador, você é adotado pelo Pai Celestial. Ele olha para você com um sorriso orgulhoso e diz: “Este é João, meu amado filho, de quem gosto muito. Esta é Luiza, minha amada filha, a quem amo muito”. Não porque você tenha esse valor, é claro, mas porque você aceitou a Jesus e Ele é valoroso.
 
Nós cremos nisso. Isso tudo lhe soa muito bem? Pois é o evangelho, as boas novas para nossa salvação. Quando se tornar filho de Deus, dia após dia continue abrindo seu coração para o amor de Deus. Ele trará harmonia em vez de confusão e guiará você em Seu plano especial para sua vida. Ele lhe dará preciosas vitórias para a derrota das tentações e continuará a considerá-lo perfeito mesmo quando você falha. Então um dia Jesus chegará nas nuvens e o levará para casa. Você gastaria disso? Eu o convido a abrir seu coração a Deus, agora mesmo.
 
Postado em Março de 2010

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"Levantai ao alto vossos olhos e vede. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais Ele chama pelo nome, e por ser Ele grande em força e poder, nem uma só vem a faltar." Is. 40: 26