O Grito da Terra

01-04-2011 23:00

 A destruição do meio ambiente é um indicativo do futuro que nos aguarda

Atenção! O Planeta Terra pode ser destruído!" Assim resumia-se numa frase o conteúdo de uma estranha carta endereçada ao então presidente norte-americano Franklin Roosevelt. Era o período pós-guerra e o caráter apocalíptico do manuscrito só foi levado a serio porque seu assinante era nada menos que o Dr. Albert Einstein — o genial físico alemão. Ele não anunciava necessariamente a vinda de uma terceira guerra mundial. Mas alertava que, caso houvesse uma, a quarta seria travada com paus e pedras, pois não sobraria nada • do que hoje conhecemos por civilização modernizada.
Antes de Einstein, a ideia de uma destruição em massa não passava de fantasia na mente de uma sociedade que desconhecia os efeitos da poluição ou da temerosa ameaça nuclear. Para um cientista do século 16, seria absurda qualquer possibilidade humana de destruir um planeta tão gigantesco. Um lenhador ate poderia derrubar uma arvore, mas nunca as arvores do mundo inteiro.
Hoje, no entanto, a preocupação com o fim do planeta extrapolou em muito a questão nuclear advertida por Einstein. A cada dia, vê-se o meio ambiente morrer em pesadas prestações que são pagas na progressiva destruirão das florestas, na redução de agua potável e no empobrecimento da biodiversidade. Segundo o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas, se essa situação não for rapidamente corrigida, o mundo vera decretado, em pouco tempo, o próprio fim da humanidade.
Só para se ter uma ideia do problema, a agua potável do planeta passou de 17 mil metros cúbicos per capita, em 1950, para sete mil, em 1998. Nesta proporção, chegaremos a 2050 com uma população mundial estimada em 9,5 bilhões de habitantes, dos quais 1 a 2,5 bilhões não irão dispor de regular abastecimento de agua potável. Hoje, já são 132 milhões de pessoas nessa situação.
Nos últimos 50 anos, a produção descontrolada de poluição quadruplicou a emissão de dióxido de carbono. Isso poderá causar, nas próximas décadas, um superaquecimento do planeta (isso sem falar na deteriorarão da camada de ozônio, que filtra os raios solares). Se tal fenômeno ocorrer, ocasionara o aumento de ate um metro no nível do mar, que inundara consideráveis faixas de terra dos países costeiros e permitira o avanço das áreas desérticas.
Estas são apenas algumas das muitas advertências que estudiosos e ecologistas tem feito a humanidade. "Se a paisagem destrutiva não for modificada, as tendências apontam um futuro pouco digerível para a sociedade", pelo menos e o que dizem os ambientalistas do movimento Greenpeace.
Séculos antes da suposição de Einstein, o apostolo Joao profetizou que, no futuro, Deus teria de acertar contas com "os que destroem a Terra" (ver Apoc. 11:16). Noutras palavras, este oraculo nos ensina que:
1. Quase dois milênios antes da era atômica, Deus já sabia que no futuro a humanidade poderia destruir a Terra.
2. Antes que qualquer um pudesse sonhar racionalmente com uma possível destruição em massa, Deus revelou ao profeta que isso um dia seria realidade. E ele escreveu tudo no livro do Apocalipse.
3. Segundo a profecia, antes que se efetue um extermínio final, Cristo voltara para, entre outras coisas, dar um basta a destruição desenfreada da natureza.
A conclusão, segundo o Apocalipse, e que as  tendências  cada vez maiores de destruição da Terra são evidencia clara de que, em pouco tempo, Deus estará intervindo na história da humanidade.
O momento, portanto, merece seria  reflexão.  Em breve, o Criador do Universo fara uma solene visita ao planeta.  Não seria  este  o tempo de limpar a "casa" para melhor recebe-Lo?
 
 
 
 
Rodrigo P. Silva mestre em Teologia e professor na Faculdade de Pedagogia do 1AE, em Engenheiro Coelho, SP
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Revista Sinais dos Tempos jan - fev 2000
 
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