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Amalgamação Ellen White e os sinais do fim

27-02-2018 07:46

Mais uma notícia sobre pesquisas com hibridização de animal com células humanas chamou a atenção da comunidade científica e da imprensa em geral. Pesquisadores norte-americanos produziram um novo tipo de embrião híbrido de ovelhas com humanos, com o alegado objetivo de produzir órgãos para doação.

Segundo os cientistas, todos os embriões criados no experimento foram destruídos após 28 dias. “A contribuição das células humanas até agora é muito pequena. Não é nada como um porco com rosto humano ou cérebro humano”, garantiu o biólogo Hiro Nakauchi, da Universidade de Stanford, em uma palestra no Texas, Estados Unidos. Um dos pesquisadores chegou a admitir a possibilidade de que células humanas pudessem migrar para o cérebro do animal, o que aumentaria o potencial de polêmica desse tipo de experimento.

No século 19, a escritora norte-americana Ellen G. White escreveu algo sobre experiências de “amalgamação” (hibridização) levadas a cabo pelos antediluvianos e/ou pelo próprio Satanás (leia mais sobre isso aqui). Isso gerou muita discussão na época, justamente porque se desconheciam maneiras de fazer isso que não fosse pela via sexual, por reprodução simples.

Nesse caso, “amalgamar” espécies diferentes, como ser humano e ovelha, realmente era impossível. Pelo teor polêmico do assunto, ela foi orientada por um anjo a não mais falar sobre isso. Naquela época, as possibilidades oferecidas pela engenharia genética eram desconhecidas. No entanto, nada impede que os inteligentíssimos, inventivos e longevos seres humanos que viveram antes do dilúvio e mesmo os anjos caídos possam ter feito experiências genéticas de hibridização, o que, também, levou Deus a dar um basta, tendo Ele considerado essas misturas, essas “brincadeiras” com a vida, um pecado gravíssimo. Claro que as experiências de Hiro Nakauchi e outros têm como objetivo salvar vidas, mas sabe-se lá o que pesquisadores menos éticos podem estar fazendo em laboratórios por aí.

No tempo de Ellen White, “amalgamação” genética realmente era algo impossível. Hoje não mais. Pelo visto, essa simples mulher sem educação formal acertou mais uma vez, o que deve, no mínimo, despertar respeito e curiosidade pelas coisas que ela escreveu. E esse acerto acaba se constituindo em mais um sinal da breve volta de Jesus, pois a Bíblia diz que os pecados que marcaram o período imediatamente anterior ao dilúvio se repetiriam antes da volta de Jesus – pecados como o de “brincar” com algo sagrado como a vida.

Saiba mais sobre hibridização aqui.

 

https://noticias.adventistas.org/

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O Sábado no Novo Testamento

31-03-2014 23:22
Muitos dominguistas afirmam que não há no Novo Testamento um único mandamento que ordene a observância do sábado, será?
Isso é o que poderemos constatar agora!!!!
Compartilhe, curta, comente e marque seus amigos nessa resposta!!!!
 
Por que o Novo Testamento não ordena de forma direta a guarda do sábado?
 
1) Porque manda guardar de um modo indireto, através do exemplo dos apóstolos e de Jesus; não nos esqueçamos de que em muitas vezes “os atos valem mais do que as palavras”.
 
2) Porque a Bíblia é uma só. O Velho e o Novo Testamento são um. O Novo Testamento faz cerca de 637 referências sobre o Velho Testamento. Veja o que Paulo diz:
 
“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça...” II Timóteo 3:16.
 
Paulo diz que TODA a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino; ele não diz: “Só o Novo Testamento é útil para o ensino”.
O Novo Testamento não foi escrito para abolir o Velho Testamento, mas para confirmá-lo e completá-lo. Não sei se você sabia, mas os nomes “Novo” e “Velho” Testamento, que é a identificação e divisão das duas partes da Bíblia, foram dados pelos homens. O Novo Testamento recebeu este nome no ano 200 D.C e o Velho no ano 326 d.C. 
Para Deus não existe Velho ou Novo Testamento, pois considera as Escrituras como uma só. Esta divisão veio para nos facilitar a busca de versos bíblicos.
Se Deus colocou o mandamento diretamente no Velho Testamento, isto basta para todo cristão que segue completamente Sua palavra; ela é um só. Deus disse “Lembra-te” (Êxodo 20:8) porque já sabia que os seres humanos iriam esquecer Seu dia de guarda. Você não está esquecendo?
Alguns teólogos dizem: “o Velho Testamento foi abolido”, mas, então, porque eles continuam pregando sobre a importância de devolver o dízimo?
Há muita incoerência em afirmar também que a guarda do sábado foi abolida. É incoerente o argumento de muitos autores a respeito deste assunto, pois eles pegam o que lhes convêm no Velho Testamento (caso do dízimo) e lançam fora o que não lhes convêm (a guarda do sábado). Ora, como vamos aceitar um ensinamento e rejeitar outro, sendo que ambos estão unidos? Lembre-se: a adoração e o ato de dizimar estão ligados um ao outro. 
Muitos afirmam que o mandamento do sábado não foi repetido no Velho Testamento; mas uma ordem de dizimar também não o foi; assim como o dízimo, a guarda do sábado foi “confirmada” no novo testamento; não foram repetidos porque não havia necessidade, pois as pessoas da época seguiam muito bem estas instruções. (lembrando de que a guarda do sábado é mencionada no Novo Testamento).
Se tivéssemos de abolir a guarda do sábado porque este mandamento não foi repetido de modo “direto” (foi repetido “indiretamente” através do exemplo de Jesus, Virgem Maria e dos apóstolos), também teríamos de abolir em todas as igrejas evangélicas o ato de dizimar.
Vejamos uma pesquisa sobre o assunto, realizada por um estudioso das Escrituras:
“Os adversários da verdade apresentam um quadro comparativo, ardilosamente engendrado e incompleto, em que procuram demonstrar que o quarto mandamento não consta no Novo Testamento. Será que não leem com atenção o Novo Testamento? Pois nele, tanto Cristo quanto os apóstolos nos são apresentados em várias ocasiões pregando ou adorando aos Sábados, como se esse procedimento fosse a coisa mais natural. Por que não fez constar no quadro Lucas 23:5, que se refere à guarda do sábado “conforme o mandamento”? 
 
 
Cristo ensinava Seus patrícios no Sábado. Ensino religioso. Realizou a cura do endemoninhado. Objetivos espirituais. 
Cristo entrou na sinagoga e pôs-se a ensinar. Curou o homem que tinha a mão mirrada, o que irritou os fariseus. Demonstração do poder de Deus no dia de Sábado.
 
Cristo foi à casa de culto. Diz o texto que o fez “segundo o Seu costume”. Quer dizer que sempre ia ao culto no Sábado. O que fez lá dentro foi puramente ato de culto. Leitura e exposição da Palavra de Deus. Não foi com objetivo de agradar os judeus, porque os desagradou bastante, a ponto de ser expulso da sinagoga e da cidade. Quiseram atirá-lo ao precipício.
Cristo usualmente ensinava nos Sábados. Nenhuma insinuação quanto ao dia de guarda.
 
As santas mulheres, seguidoras de Cristo, inclusive Sua mãe, respeitosamente guardaram o “Sábado conforme o mandamento”. Nada sabiam acerca do domingo!
 
Paulo em reunião de culto. Como os judeus abandonassem a sinagoga, no Sábado seguinte “quase toda a cidade” (gentios) se ajuntou para ouvir a Palavra de Deus. Boa oportunidade para Paulo lhes dizer que, como não estavam na sinagoga com os judeus, o dia de guarda seria o domingo...
 
Reunião de culto ao ar livre. Longe de sinagogas, que talvez não houvesse na cidade. Os apóstolos procuraram um lugar tranquilo para o culto sabático.
 
Na sinagoga. Reunião de culto. Paulo, “como tinha por costume”, foi ao culto no Sábado. O dia de guarda não se alterara na era cristã. Reunia-se indistintamente com judeus e gentios, ou sem eles, ao ar livre. O que interessava era a guarda do dia...
 
Temos aqui a considerar o seguinte: v. 4 “todos os sábados”; v. 11 “ficou ali um ano e meio ensinando”. Nesse ano e meio transcorreram 78 sábados, tempo mais que suficiente para Paulo ensinar que o dia de repouso fora mudado; v. 3 Paulo “trabalhava em fazer tendas”. No Sábado não trabalhava. Cumpria a lei de Deus que manda trabalhar seis dias. Logicamente não descansou no domingo. A Bíblia diz que o fazia no sábado e preferimos ficar com a Bíblia; v. 4 diz que Paulo estudava a Palavra de Deus com “judeus e gregos”. Também com os gentios no sábado.
 
“Temos aí aproximadamente 90 reuniões religiosas no sábado, ‘conforme o mandamento’” .
 
Deus quer passar um tempo de vinte e quatro horas com você no Sábado, além do tempo que dispõe na semana (que não é de vinte e quaro horas, devido ao trabalho e outras atividades), assim como o fez com Cristo enquanto Ele esteve aqui na Terra. (O próprio Jesus desfrutou da guarda do Sábado juntamente com Seus apóstolos, e em nenhum momento disse-lhes que o dia de guarda havia sido abolido ou mudado; muito pelo contrário, Ele confirmou a importância da lei – ver Mateus 5:17-19, João 14:15, 15:10, etc); não negue isso a Ele, se o ama de todo o coração.
 
Deus o abençoe grandiosamente.
Escrito por Leandro Quadros.
 

 

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"Levantai ao alto vossos olhos e vede. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais Ele chama pelo nome, e por ser Ele grande em força e poder, nem uma só vem a faltar." Is. 40: 26